Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Mercados Emergentes... facturar... facturar...


A performance relativa de alguns stocks de empresas com peso nos mercados Indiano, Brasileiro, Chinês e Russo tem sido impressionante. Senão vejamos a margem volátil dos seguintes papéis em 52 semanas:

  • A Mechel OAO  (NYSE: MTL), grupo mineiro Russo, teve uma variação entre $2.56 e $22.05.
  • A Indiana Vimpel-Communications (NYSE: VIP), uma joint-stock de serviços de telecomunicação oscilou entre os $4.81 e $21.05.
  • A também Indiana Satyam Computer Services  (NYSE: SAY), especializada em outsourcing de business processing e tecnologias de informação teve o fantástico intervalo de $0.78 - $16.20.
  • A mineira Brasileira Companhia Vale Ads (VALE) obteve a variação de $8.80 - $28.20 nas últimas 52 semanas.
  • A Infosys Technologies  (Nasdaq: INFY), empresa tecnológica Indiana, teve também uma volatilidade significativa: $21.10 - $50.10.
  • A petrolífera Brasileira Petrobras (NYSE: PBR), teve um range de $14.73 - $51.67.
  • E para finalizar este quadro de empresas de mercados emergentes destaque-se uma outra petrolífera,  PetroChina (NYSE: PTR) com um range de $63.62 - $135.92.

Terça-feira, 27 de Outubro de 2009

A lição da Lehman's ainda não foi aprendida


De acordo com Simon Johnson, uma autoridade em crises financeiras como esta, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, professor da MIT's Sloan School of Management e membro sénior do Instituto Peterson de Economia Internacional, a lição da Lehman' Brothers continua por aprender.

Passou 1 ano desde o colapso do Lehman Brothers, possivelmente o maior choque financeiro do mundo em quase 80 anos. No entanto, quase nada mudou, em termos reais, no nosso sistema financeiro. Os grandes bancos que foram "too big to fail" ainda ficaram maiores, e continuam a ser de enorme risco como sempre foram.

A Goldman Sachs (NYSE: GS) teve o seu trimestre mais lucrativo da história, poucos meses após o desaparecimento do Lehman. Os bancos americanos no seu todo acumularam impressionantes $ 5,2 biliões em lucros a partir do trading de derivados no segundo trimestre, enquanto que o JPMorgan Chase (NYSE: JPM), Goldman Sachs, Bank of America (NYSE: BAC), Citigroup (NYSE: C), e Wells Fargo (NYSE: WFC) representaram 97% desse total de derivados. O fundo de reserva FDIC está no vermelho, e os bancos ainda estão a jogar jogos perigosos, como a "reembalagem" de hipotecas imobiliárias.

Lições da Lehman's: O tamanho conta
Segundo Johnson, há muitas lições que podemos aprender com o Lehman's. "A lição fundamental na minha mente é, que temos de fazer com que os maiores bancos emagreçam para que o nosso sistema financeiro se torne verdadeiramente mais seguro", disse ele. Johnson define os grandes bancos como tendo entre $ 600 biliões e US $ 800 biliões em activos. Neste clube estão (ou estiveram) incluídos Lehman's, Bear, e Morgan Stanley (NYSE: MS) - os mesmos bancos "too big to fail" que estavam na linha de fogo no Outono passado.

No entanto, os responsáveis políticos não estão a aplicar as lições aprendidas com o Lehman, de acordo com Johnson. Os lucros do sector financeiro compreendem uma percentagem ainda maior do PIB Americano desde que a crise eclodiu. Johnson é da opinião que a sua parte dos lucros nas empresas, que foram um surpreendente 40% em 2003, podem realmente ser maiores agora, já que o resto da economia está em má forma. Segundo ele os Bancos duplicaram a sua quota do PIB de 4% para 8%.

Em percentagem do PIB, um sector bancário enorme pode ser deveras problemático. Veja-se o caso da  Islândia, um país pequeno que tinha um sector financeiro perigosamente grande. Os activos dos bancos situavam-se em 11 ou 13 vezes o PIB, antes da crise na Islândia. Quando o sector entrou em colapso, os bancos do País obrigaram a uma enorme ajuda do contribuinte. "No entanto, eles não poderiam afiançar para fora", disse Johnson. "Estava em causa uma tremenda vulnerabilidade."

Johnson apontou para a Europa Ocidental como um outro exemplo dos perigos de grandes sistemas bancários em países de dimensão pequena para a real dimensão dos seus Bancos - como o Reino Unido, onde os bancos atingiram um máximo de seis ou sete vezes o PIB. "Têm bancos que são maiores do que a economia". "O Royal Bank of Scotland é de 1,3 vezes a economia do Reino Unido. A Suíça tem um sistema bancário ainda maior, em relação ao tamanho de sua economia. Agora, não digo que estão a caminho do colapso, mas é uma vulnerabilidade."

"O sector financeiro capturou os Governos, e não foi debilitado", disse Johnson. Se os decisores políticos acreditam que financiar é bom, e maior financiamento é a solução, então os grandes Bancos sabem que vão sempre contar com ajuda se tomarem riscos e falharem. "Como tal, esta mentalidade por trás do too big to fail é muito perigosa."

Rescaldo da Crise
Nós não corrigimos o sistema financeiro, disse Johnson. Não removemos os defensores financeiros dos corredores do governo, e agora estamos diante duma montanha de dívidas.

"Como resultado desta crise e as medidas tomadas para combatê-la, vamos acabar a duplicar a nossa dívida / PIB de 40% do PIB para 80% do PIB", disse. Apesar de que é definitivamente um sintoma perigoso, Johnson observou que não é um cataclismo. No entanto, poderá significar aumento dos impostos, e um período em que nem sequer se resolverão os problemas subjacentes."

Terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Trovoada em África...

Palavras para quê?



Warren Buffett - Conselhos de investimento

"It's far better to buy a wonderful company at a fair price than a fair company at a wonderful price."

É muito melhor comprar uma empresa maravilhosa a um preço justo do que uma empresa justa, a um preço maravilhoso.

Se investe ou pretende investir no mercado de acções, ao entender bem este simples conselho de Warren Buffett terá fortes probabilidades de se tornar um investidor de sucesso. Claro que existem outras estratégias de investimento, mas a abordagem de Buffett é fácil de seguir e comprovadamente bem sucedida ao longo de mais de 50 anos. Então para quê tentar outra?

De 1980 a 2003, a carteira de acções da Berkshire Hathaway (NYSE: BRK-B) bateu o Index S&P 500, em 20 dos 24 anos. Durante esse mesmo período, o retorno médio anual da Berkshire na sua carteira de acções superaram o referido índice em 12 pontos percentuais. A teoria do mercado eficiente, prediz que tal é impossível, mas a teoria está claramente errada neste caso.

Buffett conseguiu estes fabulosos retornos comprando acções subvalorizadas em grandes empresas, como Gillette, agora propriedade da Procter & Gamble. Ao longo dos anos, a Berkshire foi proprietária de nomes como UPS (NYSE: UPS), Iron Mountain (NYSE: IRM) e Wal-Mart (NYSE: WMT).

De facto, o investimento de Buffett na Gillette triplicou durante os anos 1990. Quem teria imaginado que poderia obter retornos tão estratosféricos com produtos de barbear?

Prova-se assim, que comprar grandes empresas a preços razoáveis pode proporcionar retornos sólidos para os investidores de longo prazo. O desafio, claro, é identificar essas grandes empresas e determinar o que constitui um preço razoável.

Buffett recomenda que os investidores procurem as empresas que geram elevados retornos sobre o capital em dívida e produzam lucros substanciais em dinheiro. Também sugere que se olhe para as empresas com um enorme fosso económico para protegê-las de concorrentes. Pode-se identificar as empresas com esses "fossos" procurando por marcas fortes que consigam simultâneamente ser consistentes ao melhorar as margens de lucro e retornos sobre o capital.

Como se deve determinar o preço certo para comprar acções dessas empresas? Buffett recomenda que se aguarde pacientemente por oportunidades para comprar acções com um desconto significativo para os seus valores intrínsecos - como calculado com base no valor presente de todos os fluxos de caixa futuros. Em última instância, acredita que esse valor irá com o tempo ser sempre reflectido no preço de mercado. Quando o mercado finalmente reconhece o verdadeiro valor das suas acções subvalorizadas, começam a obter-se retornos significativos.

Se investir em empresas maravilhosas, a preços justos é bom o suficiente para Warren Buffett, indiscutivelmente o melhor investidor do planeta, então é porque é bom o suficiente para todos os investidores.

Avaliar Riscos

Uma adequada avaliação de riscos permite determinar a importância dos riscos para o negócio e decidir aceitar o risco específico ou tomar medidas para o prevenir ou minimizar.

Para avaliar os riscos é importante classifica-los, uma vez identificados.

Isto pode ser feito considerando-se a consequência e probabilidade de cada risco. Na maioria dos negócios basta classificar as avaliações e probabilidade de ocorrência de riscos como alta, média ou baixa e adequa-los a cada área de negócio.

Estes podem então ser comparados ao plano de negócios - para determinar os riscos que podem afectar os seus objectivos - e avaliados à luz dos requisitos legais, os custos e as preocupações dos investidores.

Em alguns casos, o custo de mitigar o risco potencial pode ser tão alto que não fazer nada faz mais sentido em termos empresariais.

Existem algumas ferramentas que podem ser usadas para ajudar a avaliar os riscos. Podemos, por exemplo, identificar num mapa de riscos o grau de importância e probabilidade de ocorrência desses mesmos riscos. Cada risco é avaliado numa escala de um a dez. Se o risco é avaliado como dez tal significa que é de grande importância para a empresa. O 1 é o menos significativo. O mapa permite que se visualizem os riscos em relação uns com os outros, avaliar a sua extensão e planear o tipo de controle que deve ser implementado para mitigar os riscos.

Ao atribuirmos um grau de prioridade aos riscos permite que se direccione tempo e dinheiro directamente para os riscos mais importantes. Podemos, ainda, implementar sistemas de controle no local para lidar com as conseqüências de determinado evento. Isso pode envolver definir um processo de decisão e procedimentos de escalada que a sua empresa deve seguir se determinado evento ocorreu.

Sábado, 29 de Agosto de 2009

Sábado, 11 de Julho de 2009

Mojito

O Mojito é hoje um dos cocktails mais apreciados. Teve origem em Cuba, e logo depois do Daiquiri era a bebida favorita de Ernest Hemmingway. É muito simples de ser preparado, com hortelã e lima para acentuar o rum. Para melhores resultados escolha um Rum premium como o rum Cruzan, Appleton ou Mount Gay.


Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de açúcar;
  • 6-8 folhas de hortelâ;
  • club soda
  • 1 lima (cortada ao meio)
  • 6 cl de rum
  • folha de hortelã para decoração
  • 4 ou 5 gotas de Angostura

Preparação:

  1. Coloque o açúcar, as folhas de hortelã e um pouco de club soda num copo alto.
  2. Misture bem para dissolver o açúcar e para libertar o sabor da hortelã.
  3. Esprema o sumo das duas metades da lima para o copo.
  4. Deite metade da lima no copo.
  5. Adicione o rum.
  6. Mexa bem.
  7. Encha o copo com gelo (de preferência moído).
  8. Adicione o resto do club soda .
  9. Enfeite com a hortelã.
  10. E finalmente o toque especial... verta no topo umas gotas de Angostura.